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domingo, 16 de dezembro de 2012

Guarde suas lembranças preciosas, mas não tenha medo de criar outras.


Quem aqui já viu o filme de Ps: Eu te amo? Se você já viu, for romântico, chorão, ou tenha um milímetro de sensibilidade, você com quase toda a certeza ficou com vontade de chorar ou, como eu, acordou a avó no meio da madrugada (eu gosto de ver filme de madrugada, não me julgue) com seus soluços altos.

Uma das cenas mais lindas do filme, na minha humilde opinião

Bem, é um dos meus filmes favoritos, já mencionei que amo livros, filmes e etc que tratem de cartas de amor... Ps me conquistou de primeira, eis então que eu me deparei com o livro. Quando o vi pela primeira vez, soube que seriamos perfeitos um para o outro (E sim, eu to falando de um livro, não do meu namorado) fiquei completamente maluca, do tipo “TENHO QUE TE POSSUIR, SEU LIVRO LINDO!”, mas já nessa época eu e o dinheiro estávamos brigados e toda vez que fazíamos as pazes, eu comprava outro livro e me esquecia de Ps. Daí eu criei vergonha na cara e o adquiri bem recentemente.

Pode ter sido uma das melhores decisões da minha vida. Sem brincadeira. 

O filme é simplesmente perfeito, o livro consegue superar isso. Se você não viu ou leu, vou dar a sinopse para que você não fique perdido.

Ps: Eu te amo conta a história de Holly Kennedy, que entra em depressão após a morte de seu marido e melhor amigo Gerry, que descobriu que morreria após ser diagnosticado com um tumor no cérebro. Holly, que vivia em função dele, fica completamente perdida e é dominada pela tristeza, porém Gerry, conhecendo bem sua esposa, deixou uma série de cartas para que, assim, ela pudesse seguir em frente com sua vida.

Gerry é muito fofo...


As diferenças do filme para o livro são muitas, a começar pela família, no filme, o pai de Holly foi embora, e sua família não é tão grande. No livro, ela tem quatro irmãos e seu pai é super presente, a mãe de Holly também é uma personagem completamente diferente no livro, e nem vou comentar da própria Holly.
Há pontos positivos tanto num quanto no outro, pessoalmente, gostei mais do livro, aconteceu algo que acontece muito pouco comigo: Me identifiquei completamente com a Holly do livro, tinha horas que eu até pensava em processar a Cecelia Ahern por plágio...  E a forma como o relacionamento dela com o marido falecido é mostrada é simplesmente encantadora, não tem como não ficar remoendo "Droga, por que o Gerry morreu?". Eu, pelo menos ficava de acordo com os humores da Holly, se ela estava feliz, eu estava radiante, se ela ficava triste...

Por fim, Ps: Eu te amo é um filme maravilhoso. Um livro ainda mais maravilhoso. Se tiver tempo, não deixe de ver o filme ou de ler o livro, Você vai rir, chorar e pedir por mais.


V. Sideralis, viciada em livros com cartas.

Música do Post: Galway Girl - Trilha sonora de Ps: Eu te amo


 NOSSA, VIOLETA, COMO VOCÊ É CRIATIVA! UM POST SOBRE PS EU TE AMO, COM GIFS DE PS EU TE AMO E... COM MÚSICA DE PS EU TE AMO! 

Eu ia por a música que eu tava ouvindo(quase sempre faço isso) mas pensei que Kiss The Girl, da Pequena Sereia, ficaria bem deslocada...

PS: Não acreditem no último post mimimi da Nanda, caluniando a aparência dela! Fernandinha é tão fofa que da vontade de botar ela num pote!

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Stop!

A vida parou? Ou foi o automóvel a internet?

Sabe, vivem pregando, com as inovações tecnológicas, será cada vez mais possível o desenvolvimento intelectual das pessoas e eu sinceramente acho que essa teoria tem alguns furos. Nos tempos de hoje, é comum ver crianças de dez a treze anos com Ipads e celulares mais caros que a minha casa e, na minha época(Porque eu sou MUITO velha sabe?), eu tinha era que agradecer pelo meu celular ter Space Impact, até mesmo com  minha idade atual, se eu pedisse um ipad para os meus pais, eles iriam rir da minha cara:

Le pensamento da mamãe ~Tadinha, acha mesmo que vou da mais um aparelho eletrônico pra ela ficar fazendo inutilidade?

Voltando ao assunto... O progresso está matando os gênios. Sério. Existem exceções, claro, mas pense só, caro leitor, no lugar da Françoise Barre-Sinossi, podia ser VOCÊ a dar o primeiro passo para a cura da Aids... Mas para isso, teria que não estar na internet lendo blogs inúteis(vugo o nosso) na maior parte do dia. Eu estou sendo muito hipócrita falando desse assunto, porque eu sou uma completa viciada, daqui a pouco to é fumando o cabo de conexão... Se não fosse assim, eu poderia ser Carlos Drummond de Andrade 2.0... Na real, não poderia não... Bem, mas vamos usar meu exemplo favorito: Mendel.
Você sabe quem é Mendel? Se estudou genética você sabe quem é Mendel... Não? É o cara das ervilhas. Se ainda sim sua mente está completamente em branco, vou explicar brevemente... Gregor Mendel é conhecido como pai da genética por causa de seus experimentos com ervilhas que deram origem às leis da hereditariedade.
Isso foi em 1800 e alguma coisa, (preguiça de procurar) Mendel era monge, vivia num mosteiro e por curiosidade (que eu chamo de falta do que fazer, porque né?) decidiu fazer experiencias com ervilhas por anos e anos, até descobrir aquela coisa de características recessivas e dominantes blá blá blá Se Mendel tivesse acesso a internet, ele definitivamente não perderia anos da vida dele observando características em plantas. Só acho... Porque até o www.pudim.com.br é mais interessante do que observar ERVILHAS em crescimento! Eu nem gosto de comer ervilhas... Que dó de Mendel... Quando não desejo que a alma dele esteja nos campos da punição (isso geralmente rola durante provas de genética) até sinto pena dele. Mas se Mendel não tivesse perdido tempo precioso da vida dele com algo que eu não imagino porque alguém no mundo se disporia a fazer, quem sabe qual retardado seria o nosso progresso? Talvez não tivéssemos internet...

Isso teve algum sentido? Eu não sei. Vão descobrir seu gênio interior! Desapontada por não ser Carlos Drummond de Andrade 2.0,
V. Sideralis.

Música do Post: Science and Faith - The Script

Ps: Lembram que eu falei de Space Impact? Caaaaaara! Eu falei e me lembrei... Eu era completamente lombrada por esse jogo, muito mais legal que Angry Birds, digo mesmo... Clique Aqui pra jogar.
Ps2: Sabiam que Ps significa Pós escrito? Não? Só eu nunca tinha pensado no assunto? Ah, certo.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Em busca do sentido de aprender a bhaskara... Sinto que não vou encontrar nunca.


Oi gente! Eu posto pouco ou as meninas postam demais? Bem, isso vai se reverter porque as duas estão sem computador! Então sobra pra Violet aqui fazer não deixar o blog morrer.

Ah, Violeta, você não ficou de recuperação?

Hahaha! Podem apostar que eu fiquei! (Rindo para não chorar) Eu sou um completo e absoluto fracasso em calculo! Onde quer que ele seja aplicado... Matemática, física, química, eu sou uma desgraça. Também sou o tipo de pessoa que acredita piamente que nós, pobres leigos que não prestam pra essa vida de gente que acha fácil fazer divisão de polinômios, só precisamos das operações básicas e ponto final.
Eu acho estúpido aprender coisas que eu jamais vou usar na minha vida, as quais esqueço na primeira topada depois da prova.
Alguém pode POR FAVOR me dar uma situação, SÓ UMA, na qual eu vou usar a bhaskara na minha vida? Passar de ano ou no vestibular não vale.
Sério, eu não me interesso por matemática,  não vou usar pra muita coisa... Então por que eu tenho que aprender um monte de funções bizarras? 
Nem vou ter esse relógio aqui em casa:
Quem fabricou isso vai pro inferno.... Só dizendo.

Quando mostro o boletim, minha mãe sempre grita: “Violeta Alencar Sideralis (quando é meu nome completo, eu já sei que a casa caiu) como você pode tirar X,X em matemática? Blá blá blá seu futuro blá blá blá Física também? E química? Violeta, o que você faz da sua vida? (fico reclamando num blog em plena recuperação) Isso mesmo! Só estudar! E não faz isso direito? (Acontece que, como a senhora deixou de notar no meu comentário mental, EU RECLAMO EM BLOGS! Se isso não é afazer eu não sei o que é... Tá, falando sério, odeio isso de “Você só estuda” Por favor, se eu só estudasse eu já teria explodido minha cabeça com TNT há muito tempo, eu faço outras coisas, mãe, elas só não importam pra você).

Bem, vou ser breve e resumir esse texto em uma imagem:

Eu poderia fazer um enorme mimimi sobre o quanto eu acho a escola estúpida e poderia levar meses falando da violência mental que ela pratica em nós. Não vou nem comentar do nosso sistema educacional no qual você precisa saber da formula do volume pirâmide hexagonal se quiser passar no vestibular para letras... Eu tenho que sair da internet para aprender a formula da porcaria do volume da pirâmide hexagonal pra passar no maldito vestibular para letras... E de ano. Mas isso não vem ao caso, vem?

Vou coroar o post com a música que, no último dia de aula da minha vida, eu vou sair cantando.
V. Sideralis... Só Sideralis, nada de Alencar. 

Música do Post: School's Out - Alice Cooper


quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Reveillon, cocos e as vantagens de ser antissocial.


Inspirada na minha doce amiga Jas (em arte Poxa Cupido) decidi falar sobre um feriado também. Não vou copiar descaradamente e usar o natal (O doce feriado em que você se arruma todo pra ficar com cara de paisagem na sua casa), vou copiar discretamente e usar o ano novo, aquele momentinho do ano em que minha cachorra doida e hiperativa fica catatônica de medo...


Todos os reveillons que eu passei foram diferentes, dos meus primeiros anos de vida mais ou menos os nove anos eu ainda era legal e socializava com as pessoas, não tinha conhecido minha doce amiga Internet de forma intima. Dos dez aos doze anos eu já comecei a virar a coisa que eu sou hoje, tinha descoberto o Neopets (vocês lembram do neopets? Perdi metade da minha pré adolescência naquele site) e não sabia mais o que era ficar longe do meu novo marido, o Estabilizador; as pessoas já não mereciam mais minha atenção, porém ainda me dava o trabalho de ir desejar feliz ano novo para elas. Com treze e quatorze anos, eu nem saía mais do quarto, ficava lendo ou assistindo tv.
Aos quinze anos eu tive meu ano novo mais inusitado, meu pai decidiu me tirar da minha vida de bicho do mato e me obrigou a socializar com meus primos... Ele devia ter me deixado no quarto. 

Eu sabia que algo que me fizesse abandonar The O. C não poderia trazer algum beneficio à humanidade, mas ninguém me escuta nessa vida! Deu vontade de jogar na cara dele quando a casa caiu, mas achei que seria inadequado discutir num hospital...
Estávamos na casa de praia, eu queria mesmo ficar no quarto vendo meu seriado, mas fui bruscamente retirada do meu lugar feliz por que meu pai deu um blá blá blá sobre contato humano ser necessário, não sei... Tenho tendência a pensar em pandas rolando na grama quando ele começa a falar sem parar. Bem, lá estava eu, conversando com meus primos na areia, até que meu primo Miguel teve a ideia BRILHANTE de jogar basaball.

Uma coisa sobre minha coordenação motora para esportes: Ela não existe.

Tentei explicar para o Miguel de era um milagre eu saber andar em linha reta, não havia possibilidade de eu saber jogar baseball, mas ele insistiu, e eu me deixei levar. Como já mencionei, estávamos na praia, não tínhamos equipamento, o resultado foi que o taco era um pedaço de cerca quebrado e a bola era um coco marrom.

- Miguel! – Eu disse na minha vez de lançar – Não sou muito boa com bolas, é melhor pular minha vez.
- Isso não é uma bola, é um coco! – ele disse – deixa de ser besta e joga isso logo.
Eu joguei e descobri que não sou muito ruim só com bolas, cocos entram nessa também!
O coco bateu bem na cara do meu primo, ele tropeçou, caiu de cabeça na pedra decorativa da minha avó, ficou desorientado e com um corte na cabeça. Todos pararam para olhar o estardalhaço, eu ri antes de perceber que ele tinha se machucado de verdade. Ta, eu ri antes, durante, depois e eu rio disso até hoje. Virei ano num ponto socorro com metade da minha família esperando meu primo Miguel levar ponto. As enfermeiras morreram de dar risada também, acho que só o Miguel é incapaz de achar essa situação hilária.
Depois disso, coincidentemente, meu pai decidiu permitir que eu passasse o ano novo com meus amigos, onde eu não podia mandar membros da família para o hospital mais próximo.
A moral de hoje, crianças, é que, se querem passar o ano novo com seus amigos não com sua família, jogue um coco na cara do seu primo e reze para que ele receba um corte ruim o bastante para levar dois pontos na testa... Pera, não façam isso. Ou façam, se o primo for realmente chato...


Música do post: Hit Me With Your Best Shoot - Pat Benatar 

Ta, a música foi uma piada de muito mal gosto, pobre do meu primo tem cicatriz até hoje e FOI CAUSADA POR UM COCO KKKKKKKKKKKKKKKKKKK Ai meu deus, eu vou pro inferno.
Com amor, V. Sideralis.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

A última Carta de Amor e primeiros lugares de listas.


Recentemente eu li o livro A Última Carta de Amor de Jojo Moyes, e esse livro conseguiu o que só cinquenta e um livros conseguiram: Me deixar completamente apaixonada.
 É, eu tenho cinquenta e um livros no primeiro lugar do meu top quinze. Minha mãe acha impossível que eu goste deles igualmente, meu namorado diz que eu não devia colocar um bilhão de coisas no primeiro lugar de uma lista. Mas eu nunca consigo escolher qual eu gosto mais. A lista é minha não é? Me poupem.
Bem, de qualquer forma... Vamos voltar para o livro. Eu o vi nas prateleiras da livraria local e fiquei completamente apaixonada pela capa, desde criança eu adoro livros e filmes que tratam de cartas de amor (PS: Eu te amo, cartas para Julieta, Diário de uma paixão...) quando vi me deparei com um livro que se chamava A Última Carta de Amor eu sabia que tinha que ler.


Quando botei os olhos na sinopse, tive a sensação imediata de que ia adorá-lo, mas nada me preparou para todas as emoções que esse livro trouxe; criei altas expectativas e elas ainda sim foram completamente superadas! A história trata de Jennifer Stirling, que acorda no hospital, sem memória, após ter sofrido um acidente de carro, com a ajuda das pessoas ao seu redor, ela tenta se adequar a vida que aparentemente leva junto de seu marido bem sucedido, de seus amigos e de sua família. Tudo parece bem, porém Jennifer sente que algo está faltando, então um dia, por acidente, ela descobre várias cartas de amor endereçadas a ela assinadas por “B”, e ela descobre que não só tinha um amante como parecia que desistiria de tudo para ficar com ele.  Parte do livro se passa na Londres de 1960 e outra parte numa Londres mais atual, a de 2003. Da história em si até a forma como ela é contada, é tudo delicioso, os personagens são envolventes e é quase impossível não torcer pela felicidade deles!
Bem na capa tem uma crítica que diz “deveria vir com um aviso: vai fazer você chorar”. Eu raramente levo as críticas que encontro na capa dos livros muito a sério, mas foi exatamente como me senti. O livro tanto me deixou tanto eufórica quanto me deixou arrasada, como toda boa leitura faz. Os encontros e os desencontros, as reviravoltas surpreendentes, são de tirar o fôlego, você não consegue largar o livro sem saber qual o destino de Jennifer, se ela fica com o doce homem das cartas de amor ou com a segurança de seu marido Laurence. 
Se você gostar de livros românticos, não deixe de ler a Última Carta de Amor, porque, através da amável e divertida Jennifer Stirling, você irá viver um amor sem igual recheado de sorrisos e lágrimas, e a crença de que não há empecilhos o bastante para um amor verdadeiro.

 Eu gostaria de dizer "por hoje é só, pessoal", mas no ritmo que a Nanda ta postando, duvido muito que por hoje seja só isso! haha, Se cuidem, leiam um livro, comam a cada três horas, escovem os dentes e blá blá blá  
V. Sideralis.

Música do post: Early Winter - Gwen Stefani

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Esperando baixar C. D. Andrade na madrugada

Eu acabei de descobrir que não sei como começar a escrever um post. Por isso vou começar comunicando que não sei começar a escrever um Post. É eu sou um poço de criatividade, batam palmas para mim.

Sou Violeta Sideralis, queria ser criativa, mas sou só doida mesmo.
 Bem, ficou na cara que eu não tenho NADA de útil pra postar hoje, então vou me inspirar no nome do blog... Vai ser um discurso sem curso nenhum. Cá estou eu, na madrugada de segunda (que tecnicamente é madrugada de terça, mas vai continuar sendo segunda até eu dormir) escrevendo para um blog. Se alguém tivesse me dito há umas oito horas atrás que eu estaria fazendo isso, eu teria rido.
A ideia de criação foi meio nada a ver, estávamos nós três (Nanda, Jas e eu) conversando coisas completamente desconexas, daí a Jas mandou um blog de um conhecido dela, dizendo que ele era poético pra caramba, ficamos lendo o blog e fazendo comentários até que a Nanda suspira e diz “QUER SABER? VOU CRIAR UM BLOG!” e ela começou a falar que falaria de tudo, das músicas, dos sentimentos e etc, ficamos sugerindo nomes ridículos para ela só por diversão, daí ela soltou ”Por que vocês não postam comigo?”. Eu e a Jas começamos a rir e fomos pensando em mais e mais nomes, por fim usamos a santa democracia e assim nasceu discurso sem curso.
Sobre nós três? Bem, pense nas maiores retardadas que já conheceu, e elas serão metades de nós. Somos diferentes, parecidas, sensíveis, brutas, engraçadas e dramáticas... Poxa, isso parece um texto tosco digno de perfil do falecido Orkut. Quando eu disse que não sou criativa vocês acharam que eu estava sendo modesta não é? Haha, é sério, eu não sou criativa mesmo. Mas eu falo pelos cotovelos, compensa? Não... É, achei que não.
Bem, fiquem por aí, talvez eu incorpore Carlos Drummond de Andrade e escreva alguma coisa que preste um dia, você só vai saber se continuar aqui.


Hasta La Vista, V. Sideralis! 

Música do Post: Costume Party - Two Door Cinema Club